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“Devo muito ao Dimas”, afirma Adílson

Entrevista exclusiva que será publicada nos próximos dias traz muitos detalhes sobre a trajetória do “paredão” em Porangabuçu

Longe dos holofotes e de toda pressão que envolve o futebol, Adílson atualmente reside em Viçosa, Minas Gerais. Pouco mais de seis anos após deixar o Ceará, o ex-goleiro e ídolo do clube concedeu entrevista com exclusividade ao Portal Alvinegro: muitas alegrias, algumas tristezas e, quem sabe, um pouco de mágoa.

Depois de nove temporadas dedicadas ao alvinegro, em raras oportunidades foi convidado para falar sobre sua trajetória no clube. Apesar disto, o carinho por algumas pessoas e, claro, pelo torcedor, segue intacto.

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Relação com Dimas Filgueiras

Uma das pessoas que têm o carinho do “paredão” é o soldado alvinegro, Dimas Filgueiras. Em 2004, quando defendia o Rio Branco-SP e atuava ao lado de Max Sandro – zagueiro com passagem pelo Ceará – o arqueiro recebeu uma ligação do companheiro de time:

“Na época as coisas foram acontecendo, do Rio Branco eu fui para o Ceará. Eu lembro até hoje, minha esposa estava grávida do meu filho mais novo e o Max Sandro estava conversando com o Dimas, porque ele já tinha jogado no Ceará. Max Sandro falou: ‘Adílson, vem agora pra Americana que o rapaz do Ceará está aqui e se você quiser ir pra lá, ele está aqui. Vem pra cá agora’.”, conta.

Adílson
Dimas foi o principal responsável pela chegada de Adílson ao Ceará
Foto: O Povo

Com a esposa grávida e a promessa de Dimas que o filho seria assistido na maternidade de um conselheiro do clube – Dr. Eulino -, Adílson desembarcou em Fortaleza. Ali se iniciava uma longa trajetória no clube, que durou até o final de 2012, quando não teve seu contrato renovado.

“Devo muito ao Dimas. Dimas Filgueiras foi o cara que me estendeu a mão, me ajudou nos momentos difíceis do Ceará. Quando o pessoal não me queria, ele era um dos poucos que ‘Não, o Adílson fica’.

O material completo, que será publicado nos próximos dias, traz detalhes da trajetória – de carreira profissional e também de vida – do “mineirinho” de Guaxupé que percorreu quase três mil quilômetros de sua cidade natal para virar ídolo no Ceará, onde até hoje carrega o apelido de “paredão”.

A entrevista estará disponível no nosso site, nas plataformas de áudio (Spotify, Deezer e ITunes), agregadores de Android e IOS e também no YouTube.

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