quarta-feira , abril 24 2019
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(Foto: Mauro Jefferson / cearasc.com)

A primeira análise do Lisca de 2019 mostra que a versão de 2016 ficou no passado

Quando o Ceará se livrou do rebaixamento em 2015, a expectativa da torcida alvinegra para o ano seguinte era que a fórmula Lisca + manutenção do elenco + reforços seria igual ao sucesso desejado, mas tudo deu errado e o treinador pediu o chapéu mais cedo.

Após ser eliminado da Copa do Nordeste e ficar de fora das finais do Campeonato Cearense, o técnico resolveu ir embora após várias polêmicas envolvendo a montagem do elenco. Com um show de acusações entre e o então gerente de futebol, Rodrigo Pastana, quem perdeu foi o Ceará, que praticamente remontou o elenco para a Série B em um curto espaço de tempo.

Diante disso, o salvador da pátria saiu pelas portas do fundo de um clube pelo qual tinha tudo para ficar mais tempo, mas o destino tem alguns voltas inexplicáveis.

Com o Ceará na lanterna da Série A coube ao ‘Doido’ a missão de livrar a equipe do retorno para a segunda divisão. O objetivo foi conquistado e o Brasil todo parou para admirar a sinergia entre torcida, técnico e elenco.

Diante disso, com a permanência garantida, a inevitável comparação com 2016 já pairava em Porangabuçu logo após o término da Série A.

A preocupação da massa alvinegra para com a montagem do elenco em virtude das más lembranças da última passagem do comandante já deixava uma pulga atrás da orelha. Com a manutenção de boa parte do time, a comissão técnica e a diretoria resolveram contratar jogadores com ‘fome de aparecer’. O perfil traçado foram atletas com potencial e que viam no Ceará uma forma de aparecer para o mundo.

Com créditos de sobra, a torcida abraçou o novo projeto do treinador e a primeira impressão foi a melhor possível. Um goleada acachapante sobre o Sampaio Corrêa por 5 a 0 pela rodada inaugural da Copa do Nordeste.

Em 2016, após algumas goleadas sobre Maranguape e Uniclic (atual Atlético Cearense), as coletivas valorizam adversários ruins e escondiam as deficiências da equipe. Na primeira entrevista pós-jogo de 2019, o treinador fez questão de salientar a fragilidade do adversário e os erros dos seus jogadores, mas soube potencializar as virtudes no primeiro duelo do ano.

Ainda é cedo para saber se o sucesso baterá a porta do Vozão, mas Lisca mostra a maturidade necessária para crermos que a versão desse ano é bem melhor da última que passou. A evolução é tática, técnica, emocional e comunicativa.

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Um comentário

  1. Mais Lisca tem que Ficar esperto perdemos jogadores importantes e a Derrota para o Ferrim que sirvar de alerta que ainda faltar muita coisa para termos um elenco de Seirie A , chega de Sufoco, continuamos com a Velha Carencia de Bons Meias e Atacantes não dá para disputar uma Serie A dependendo de como Ricardinho.

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