terça-feira , dezembro 11 2018
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Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br

Ceará 0x1 Grêmio – Mais do mesmo

Ceará para nos mesmos erros e sofre a quarta derrota na competição, a segunda seguida, e permanece na zona de rebaixamento com apenas 3 pontos ganhos

“Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”. Engana-se quem pensa que essa frase é minha. Ela pertence a Albert Einstein, porém, as vezes, não é preciso ter um Q.I de um gênio para saber o óbvio.

O Ceará não vence há exatos 50 dias, a última vez que o torcedor alvinegro comemorou os 3 pontos em uma partida foi na final do campeonato cearense. O triunfo contra o Fortaleza trouxe a alegria de sair vitorioso contra o maior rival e a ilusão de que estava tudo perfeito.

A lógica do futebol é simples:o time vence e fica tudo bem, perde e o mundo desaba, é assim que funciona. A posição na tabela da uma medida do quanto o time é bagunçado e frágil, mas as atuações são assustadoras.

A troca de treinador, para a diretoria e uma parte da torcida, era o necessário para fazer o time voltar a vencer. Ledo engano! Nem de longe o nosso maior problema estava em Chamusca. Temos problemas em TODOS os setores do elenco. Para piorar, o time é sem brilho, meio vazio, travado. Peças que poderiam render, apenas fazem número em campo: Ricardinho, Juninho, Felipe Azevedo e Romário são alguns desses nomes que irritam o torcedor só por estarem em campo.

Muda o treinador, mas as caras em campo são as mesmas

Jorginho chegou com a missão de “resgatar o brio dos jogadores”, de trazer de volta alguns jogadores “esquecidos” por Chamusca. O novo treinador passou a semana testando jogadores, mudando o time, o esquema, tentando encontrar um novo jeito de jogar. As notícias que circularam durante a semana davam a entender que o time que enfrentaria o melhor time do continente era bem diferente do que sofrera dias antes contra o CRB. Mas, não foi bem isso que se viu minutos antes da bola rolar.

Azevedo entrou e novamente foi nulo em campo. (Foto: Futura Press)

A escalação com Ricardinho e Juninho no meio-campo e Azevedo mais a frente, não era nada daquilo que o torcedor gostaria de ver e, principalmente, aquilo que o time precisava. Continuamos travados, sem força na marcação, sem poder ofensivo.

A receita para sair de uma fase como essa não é fácil. A Série A do Campeonato Brasileiro era o maior desejo da torcida e da diretoria alvinegra. Entretanto, disputar a competição e não encará-la com a devida atenção que ela merece, é seguir à risca o manual do rebaixamento, e isso, infelizmente, estamos fazendo com maestria.

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