domingo , Abril 22 2018
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Vovô tem condições de trilhar rumo diferente [Foto: CearaSC/Divulgação]

G-4 de novo: o final pode ser diferente?

Desde 2009, o Ceará já virou o turno no G-4 em outras três oportunidades, fracassando em duas. Há indícios de que o final pode ser diferente.

Não é a primeira vez que o Ceará encerra o primeiro turno da Série B no G-4 e isto, de certa forma, faz com o que o torcedor fique com um pé atrás com relação à uma possível classificação alvinegra à Série A do próximo ano.

De 2009 (ano do acesso) pra cá, o Vovô já esteve nesta condição em quatro oportunidades: em 2014 e em 2016, nas duas oportunidades com 35 pontos, na liderança e vice-liderança, respectivamente. Além, é claro, de 2009 – quando virou o turno com 33 pontos ganhos e na 4ª colocação – e este ano. Esta vantagem, entretanto, só se confirmou com acesso em 2009 e, por isto, o torcedor encara com receio essa situação.

Ano passado, Vovô virou no G-4 e com larga vantagem, mas acesso não foi consumado no segundo turno
Ano passado, Vovô virou no G-4 e com larga vantagem, mas acesso não foi consumado no segundo turno

No entanto, há como se apegar aos detalhes para ter uma expectativa de que o rumo pode ser mantido e o final diferente. Isto porque, diferentemente das duas últimas ocasiões com condições parecidas, ou seja, no G-4, o Vovô já chegou ao returno em uma decadência técnica, tática e sobretudo física – principalmente em 2014, quando disputava simultaneamente a Copa do Brasil.

Neste ano, é preciso ressaltar que o grupo ainda tem algo a oferecer. Sob o comando de Marcelo Chamusca, o Vovô venceu seis dos 10 jogos e chega para o returno com três vitórias consecutivas. Além dos resultados, também devemos enaltecer alguns aspectos atuais e diferenças de temporadas anteriores: com o grupo na mão, usando a meritocracia e o melhor para cada jogo, o técnico Marcelo Chamusca vem conseguindo extrair o melhor da equipe e conquistando, aos poucos, o encaixe necessário para uma sequência de regularidade. Outro ponto a ser ressaltado é a questão física, que vem dando indícios de estar em dia.

A qualidade técnica sempre foi ponto forte deste grupo do Ceará, mas faltava regularidade e outras vertentes necessárias para o Vovô conseguir trilhar uma sequência de bons jogos e vitórias, coisa que vem acontecendo e dá, juntamente com os argumentos citados neste post, bons indícios de que este ano pode ser diferente.

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