quarta-feira , outubro 17 2018
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Ceará: o roteiro previsível…

Em mais uma atuação pífia, o Ceará acabou derrotado dentro da Arena Castelão, diante do lanterna do campeonato. É o 8º jogo seguido sem vitória e, o mais preocupante, sem perspectiva de melhora sob o atual comando.

Antes de chegar em Fortaleza para enfrentar o Ceará nesta terça-feira (13), o Sampaio Corrêa – lanterna desde a primeira rodada da Série B -, contabilizava três vitórias em vinte e quatro rodadas. Como visitante, a “Bolívia Querida” havia atuado fora dos seus domínios em doze oportunidades: nove derrotas e três empates, conquistando assim três pontos (03) dos trinta e seis (36) possíveis. Até enfrentar o Ceará…

Embora ainda siga prestigiado por parte da torcida – algo até injustificável, por sinal -, Sérgio Soares novamente vê sua equipe naufragar após a virada do turno. Em 2014 (no próprio Ceará) e em 2015 (Bahia), o treinador conseguiu ótimo aproveitamento no primeiro turno e acabou perdendo força no returno.

Falta elenco? Sim, são nítidas carências. E esta é a responsabilidade da direção de futebol. Mas seria este o motivo indiscutível para uma queda de rendimento tão brusca quanto esta? Afinal, foi com este mesmo elenco – embora carente de reforços – que fizemos 35 pontos no primeiro turno.

São oito jogos sem vencer. Em três oportunidades, jogamos quase todo segundo tempo com um jogador a mais (CRB, Atlético-GO e Avaí), mas não conseguimos superar o adversário inferior numericamente. Outro ponto que chama atenção é a ausência de uma variação que surpreenda os adversários – é até pleonasmo falar sobre isso – e mantenha o nível de futebol apresentando no primeiro momento.

Sejamos coerentes ao analisar. Sérgio Soares tem sua parcela neste momento ruim do Ceará.

A ele caberia variar. Inovar. Criar alternativas para sair do mau momento.

Quanto à diretoria, dela deveria vir o suporte nas contratações ou no auxílio às dificuldades que o treinador possivelmente enfrenta no comando do elenco.

Não é caça às bruxas, é fato. Falta competência da diretoria, assim como falta competência ao treinador. Os dois setores não estão isentos, todos têm sua parcela. E quem isenta um lado ou outro deveria analisar friamente.

Ainda há tempo para mudança.

Ainda é possível salvar este ano catastrófico…

Precisamos de atitude. E coragem!

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